Sampaio responsabiliza deputado por tumulto no jogo de ImperatrizO presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota, voltou revoltado da cidade de Imperatriz. O dirigente lamentou a postura do deputado federal Chiquinho Escórcio (PMDB-MA), que segundo ele, insuflou a torcida do Imperatriz contra o Sampaio durante e depois da partida. “Ele agrediu com palavras impublicáveis, o vice- presidente Nílson Garcia, o diretor administrativo-financeiro Batista Oliveira e eu, quando estávamos nas cadeiras do estádio Frei Epifânio d’Abadia. Seu comportamento foi reprovável”, comentou.
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Time do Sampaio que empatou com Imperatriz no Frei Epifânio
O presidente sampaíno disse que Chiquinho Escórcio, não satisfeito com os insultos aos dirigentes da equipe tricolor, depois do jogo encerrado, esbravejou insuflando a torcida do Imperatriz a quebrar o ônibus da delegação do Sampaio Corrêa. “O pior é que não houve motivo para despertar a ira do deputado, pois no jogo o Sampaio foi o maior prejudicado. O Sampaio teve um gol legítimo anulado e um pênalti mal marcado”, finalizou Frota.
Já o deputado Chiquinho Escórcio negou que tenha mandado a torcida do Cavalo de Aço quebrar o ônibus do Sampaio. Chiquinho Escórcio disse que vai interpelar judicialmente o presidente do Sampaio. “Esse rapaz é um irresponsável [Sérgio Frota, presidente do Sampaio]. A única coisa que eu disse foi que era uma vergonha. Que foram para lá para tomar na marra. Isto eu disse. Não mandei ninguém quebrar nada. Esse rapaz está querendo aparecer” explicou. O Sampaio, no entanto, deixou o estádio sob proteção policial.
ARBITRAGEM AMEAÇADA – O árbitro que apitou Imperatriz e Sampaio, Gladstonni Viana de Oliveira, relatou na súmula, que após a partida, de 20 a 30 torcedores do Imperatriz adentraram no corredor de acesso ao vestiário dos árbitros com a intenção de agredir a ele (Gladstonni) e seus assistentes (Geison Mendes dos Santos e João Fonseca de Sousa), passando a chutar e bater na porta e sempre proferindo de ameaça como:
“Hoje vocês vão morrer, filho da PT, ladrão, safados, vamos pegar vocês na saída do estádio ou na rodoviária”. Segundo ainda Gladstonni de Oliveira, somente com a interferência policial que os torcedores saíram do estádio, mas que ficaram na parte de fora continuando com as ameaças e que por isso, o trio teve que deixar o Frei Epifânio d`Abadia com auxílio da força policial, que acompanhou os árbitros até eles pegaram o ônibus de volta para São Luís.