Jovem é morto a tiros em frente a um bar na Cidade OperáriaO jovem Bruno Michael Pacheco Pereira, de 21 anos, conhecido como “Chinesinho” ou “Japinha”, foi assassinado com dois tiros na Rua 101, da Unidade 101, no Bairro da Cidade Operária. O crime aconteceu por volta das 15h45 de ontem (19), quando a vítima estava na companhia de outro homem, não identificado, em um bar.
Segundo populares, o homicídio foi praticado por um homem que estava num veículo Corsa Classic, cor preta, que saiu do carro e desferiu dois tiros, fugindo em seguida. A vítima foi atingida com na cabeça e no ombro, tendo morte instantânea.
Foto: G. Ferreira
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Populares observam o corpo de Bruno Michael, morto com dois tiros
O cabo PM Élsio Ricardo da Silva Dantas, do 6° Batalhão de Polícia Militar (BPM), informou que o crime possui características de acerto de contas. Testemunhas contaram que Bruno morreu por engano, pois o homem que estava na companhia dele teria uma dívida com um traficante conhecido como Amaral.
Outro homicídio – Ainda na tarde de ontem, Jotaci Pereira do Lago, que seria portador de deficiência e morador do Coroadinho, foi morto pelo vigilante José Henrique Rocha Gomes, funcionário da VIP Vigilância. Este crime aconteceu quando a vítima estaria defecando no terreno da Secretaria Adjunta de Modernização de Patrimônio, do governo do Estado, localizada perto do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 1), onde o suspeito presta serviços.
Segundo populares, a vítima teria sido abordada pelo vigilante, que chamou sua atenção para que não defecasse naquele local. Os dois discutiram e o acusado efetuou dois tiros contra Jotaci Pereira, que ainda foi levado para o Socorrão 1, mas não resistiu aos ferimentos. O vigilante fugiu logo após balear o portador de deficiência.
Em nota, o governo do Estado disse lamentar o registro de morte ocorrido na Secretaria Adjunta de Modernização de Patrimônio e informou que já tomou providências a cerca do caso. A polícia está investigando os fatos.
O governo também esclareceu que acionou a empresa VIP Vigilância, terceirizada pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan) e que, de acordo com cláusula contratual, é a responsável pelos atos do vigilante acusado do ocorrido.
Por sua vez, a VIP Vigilância esclareceu que a reação do vigilante foi um gesto de autodefesa, já que o homem alvejado simulou sacar uma arma da cintura. De acordo com a empresa, o profissional agiu em pleno acordo com os procedimentos de segurança previstos para esse tipo de ocorrência. (Por Valquíria Ferreira)